É preciso ir além de "uma pizza dividida em pedaços iguais" para a moçada dominar o trabalho com as representações fracionárias
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sábado, 4 de dezembro de 2010
O trabalho do orientador educacional na sala de aula
Temos tratado nessa coluna sobre a importância de a orientação educacional transitar e ocupar diferentes espaços na escola com o objetivo de potencializar a aprendizagem dos alunos. A sala de aula - por excelência, o lugar organizador desse processo - também pode ser utilizada como território de ação do orientador.
Na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a entrada do orientador em sala pode ser o momento da rotina para tratar de temas sensíveis ao grupo. As conversas mais comuns geralmente giram em torno de acontecimentos que mobilizam os alunos, como a chegada ou a despedida de um colega, a substituição do professor ou a preparação para uma atividade extraescolar, como um passeio ao zoológico ou a visita a um museu.
Em algumas escolas, a orientação realiza semanalmente uma roda de conversa com os alunos e o professor. Essa pode ser uma boa oportunidade para escutar as demandas da turma, analisá-las e resolver coletivamente os conflitos que surgem. É importante que o orientador faça uma parceria com o professor para que ele compreenda essa intervenção como potencializadora do trabalho educativo que é realizado. Quando interfere de modo inapropriado ou sem a anuência do docente, o orientador pode transmitir aos alunos a impressão de que o professor é inábil, e ele, o detentor do saber.
Nos anos finais do Ensino Fundamental e no Médio, a presença do orientador na classe ganha nova dimensão. Muitas escolas inserem no currículo um horário para a orientação educacional ou de estudos, destinado a atividades que auxiliem os alunos a fazer o uso adequado do tempo, do caderno, da agenda e dos livros, além de promover discussões sobre a realização da lição de casa e as estratégias de estudo. Essas aulas visam estimular a prática dos conteúdos procedimentais - aqueles que favorecem a apropriação do conhecimento conceitual.
O orientador pode contribuir com a formação do aluno em sala de aula, discutindo a gestão dos conflitos do dia a dia, os chamados conteúdos atitudinais. Nesses encontros, são tratados os problemas que interferem na aprendizagem do grupo e colocam em risco a qualidade da convivência. As brigas do intervalo, o descuido com os espaços coletivos e o desrespeito entre os alunos são alguns dos assuntos que costumam se inserir nessas discussões. Existem escolas que, tendo clareza das questões que habitualmente surgem nessa faixa etária, promovem ações preventivas. Nesses casos, a orientação antecipa com os jovens assuntos complexos que podem ser potencializadores de futuros conflitos por meio, por exemplo, do debate de filmes ou da leitura de textos.
O fundamental é que os conteúdos - procedimentais ou atitudinais - tratados nas atividades propostas pela orientação em sala de aula se materializem em ações concretas. A circulação da palavra é importante, mas ela não garante, por si só, a transformação da realidade que preocupa. O orientador educacional precisa ajudar os alunos a planejar e executar ações que colaborem com a resolução dos problemas que afetam a qualidade da aprendizagem assim como das relações sociais vividas na escola.
Autora: Catarina Iavelberg
É assessora psicoeducacional especializada em Psicologia da Educação.
Assim não dá! Punir sem reflexão...Para o castigo ser educativo, ele deve reparar o dano causado pela ação
Um estudante desrespeita um colega ou professor e é colocado para lavar o banheiro ou varrer o pátio. Castigos como esses aparecem nas escolas em que os educadores desconhecem a forma como crianças e adolescentes adquirem a noção de responsabilidade. Usar um esquema de tolerância zero e punições extremas dá a sensação de obter resultados rápidos. Contudo, eles são provisórios: os alunos deixam de praticar os atos que causam danos por medo, mas acabam voltando a eles. "Não pode haver humilhação pública, pois isso em nada ajuda o indivíduo a tomar consciência do que fez", ressalta Adriana de Melo Ramos, pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Os especialistas explicam que crianças mais novas costumam criar mecanismos para fugir da punição, geralmente prometendo não repetir o erro. Mas acabam por não refletir sobre as atitudes. Já os mais velhos são capazes de calcular os riscos. Às vezes, optam por fazer o que não devem quando ninguém está vendo, ou medem o custo/benefício e concluem que, pelo castigo previsto, vale a pena se expor. É comum que isso ocorra quando as punições dadas não têm relação com o que foi feito de errado. Em qualquer idade, porém, é essencial relacionar atitude e reparação. Se o aluno pichou uma parede, deve limpá-la. Se estragou um brinquedo do colega, terá de repor ou ajudar a consertar. Vale procurar, sempre, o melhor caminho para cada atitude que se apresenta.
É preciso considerar a questão da ética e da construção de valores no projeto político-pedagógico, investindo nas ações cotidianas, na melhoria das relações interpessoais e no respeito mútuo entre os alunos e entre eles e a equipe escolar. "Esse é um trabalho lento, que requer persistência, mas leva à formação de pessoas mais preparadas para enfrentar conflitos, tolerantes com as diferenças e capazes de defender o próprio ponto de vista de maneira respeitosa", afirma Adriana.
domingo, 28 de novembro de 2010
É Bom Ser Criança!!!! (música: Toquinho)
É bom ser criança,
Ter de todos atenção.
Da mamãe carinho,
Do papai a proteção.
É tão bom se divertir
E não ter que trabalhar.
Só comer, crescer, dormir, brincar.
É bom ser criança,
Isso às vezes nos convém.
Nós temos direitos
Que gente grande não tem.
Só brincar, brincar, brincar,
Sem pensar no boletim.
Bem que isso podia nunca mais ter fim.
É bom ser criança
E não ter que se preocupar
Com a conta no banco
Nem com filhos pra criar.
É tão bom não ter que ter
Prestações pra se pagar.
Só comer, crescer, dormir, brincar.
É bom ser criança,
Ter amigos de montão.
Fazer cross saltando,
Tirando as rodas do chão.
Soltar pipas lá no céu,
Deslizar sobre patins.
Bem que isso podia nunca mais ter fim.
Ter de todos atenção.
Da mamãe carinho,
Do papai a proteção.
É tão bom se divertir
E não ter que trabalhar.
Só comer, crescer, dormir, brincar.
É bom ser criança,
Isso às vezes nos convém.
Nós temos direitos
Que gente grande não tem.
Só brincar, brincar, brincar,
Sem pensar no boletim.
Bem que isso podia nunca mais ter fim.
É bom ser criança
E não ter que se preocupar
Com a conta no banco
Nem com filhos pra criar.
É tão bom não ter que ter
Prestações pra se pagar.
Só comer, crescer, dormir, brincar.
É bom ser criança,
Ter amigos de montão.
Fazer cross saltando,
Tirando as rodas do chão.
Soltar pipas lá no céu,
Deslizar sobre patins.
Bem que isso podia nunca mais ter fim.
Motivação na Aprendizagem
Os professores estão sempre se perguntando sobre o que devem fazer para que os alunos realmente aprendam.
Segundo o dicionário Silveira Bueno, motivação quer dizer exposição de motivos ou causas; animação; entusiasmo. Através dessas definições, pode-se constatar que estar motivado é estar animado, entusiasmado. Para isso, é necessário ter motivos para se chegar a esse estado.
Qualquer coisa que se faça na vida, é necessário primeiro a vontade de realizá-la, senão nada acontece. Isso também ocorre na educação. Educação requer Ação e como resultado dessa ação, há o APRENDIZADO. Mas para que se realize a ação e esta resulte no aprendizado é necessário, inicialmente, que haja a VONTADE, nesse caso, a vontade de aprender. O professor deve descobrir estratégias, recursos para fazer com que o aluno queira aprender, em outras palavras, deve fornecer estímulos para que o aluno se sinta motivado a aprender. Como por exemplo:
- Dar tratamento igual a todos os alunos;
- Aproveitar as vivências que o aluno já tem e traz para a escola no momento de montar o currículo, incluir temas que tenham relação, isto é, estejam ligados à realidade do aluno, a sua história de vida, respeitando a sua vida social, familiar;
- Mostrar-se disponível para o aluno, ou seja, mostrar que ele pode contar sempre com o professor;
- Ser paciente e compreensivo com o aluno;
- Procurar elevar a auto-estima do aluno, respeitando-o e valorizando-o;
- Utilizar métodos e estratégias variadas e propostas de atividades desafiadoras;
- Mostrar-se aberto e afetivo para e com o aluno;
- "Acolher" realmente o aluno;
- Dar carinho e limites na medida certa e no momento adequado;
- Manter sempre um bom relacionamento com o aluno, e consequentemente, um clima de harmonia;
- Fazer de cada aula um momento de real reflexão;
- Ter expectativas positivas acerca do aluno;
- Saber ouvir o aluno;
- Não ridicularizá-lo jamais;
- Amar muito o que faz, a sua profissão de professor;
- Mostrar para o aluno que ele pode fazer a DIFERENÇA, isto é, que ele tem o seu lugar e o seu valor no mundo;
- Perceber que ele, o professor, pode fazer a DIFERENÇA, para o aluno;
O professor deve ensinar o aluno a ser ético e crítico, mostrando a ele que a crítica é boa , desde que feita de maneira adequada e que a ética é fundamental em qualquer relacionamento humano, em qualquer ambiente: Familiar, Social, Escolar, entre outros.
Autora: Cássia Ravena Mulin de Assis Medel
email: ravenamedel@yahoo.com.br
Crianças agressivas: como lidar com elas?
Crianças na primeira infância muitas vezes se expressam mordendo, gritando, beslicando ou chutando. Antoniele Fagundes, Consultora Familiar e dona da empresa Babá Ideal, explica que nos primeiros anos de vida as crianças estão aprendendo como funciona a sociedade e quais as suas potencialidades. Testar as capacidades que nosso corpo pode fazer como chutar e gritar ou experimentar o corpo de outra pessoa, mordendo ou beliscando é um importante aprendizado.
Caso esse comportamento perdure ou aconteça de forma exacerbada, pode ser um sinal de que algo não está bem. Os pais devem estar atentos aos ataques de agressão e conversar de forma firme, mostrando que a criança pode adquirir o que deseja sem ter que machucar o outro. “O castigo pode ser temporariamente satisfatório para os pais. No entanto, pelos exemplos que tenho acompanhado, apenas dá uma pausa e faz a criança muitas vezes ficar mais tensa ao ter que lidar sozinha e quieta com aquelas sensações de euforia e agressividade”, aponta Antoniele.
Há casos em que os pais se culpam pelo pouco tempo passado com os filhos e deixam de cumprir seu papel de orientador e disciplinador durante os momentos que estão juntos. A permissividade que atualmente existe em muitos lares é fator importante na observação de um quadro de agressividade infantil. “As crianças estão a todo tempo testando os limites do seu comportamento para saber até onde podem ir. Quando os pais ou educadores não impõem regras claras e firmes, a criança sofre com a falta de alguém para limitar suas ações”, esclarece a consultora.
Regras e limites são importantes para que as crianças aprendam a controlar seus impulsos agressivos e lidar com as frustrações para conviver em sociedade de forma saudável. A falta de orientação e limites permite que a criança cresça desestruturada. Pais com posturas firmes e carinhosas conseguem equilibrar a situação.
Para famílias que já tentaram diversas maneiras de conter atitudes negativas de seus filhos e mesmo assim ainda possuem dificuldades em conseguir uma solução definitiva, a consultoria familiar tem muito a oferecer. Através de conversas esclarecedoras, os pais podem se dar conta que pequenos gestos contribuirão para a felicidade maior do filho e harmonia familiar
Autora:
Antoniele Fagundes é Consultora Familiar e criadora da empresa Babá Ideal.
www.babaideal.com.br.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Festa do Livro da USP traz títulos com 50% de desconto
A 12ª edição da Festa do Livro da USP será realizada nos dias 24, 25 e 26 de novembro de 2010, das 9h às 21h, no saguão do prédio da Geografia e História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Todos os livros vendidos durante o evento terão, obrigatoriamente, desconto mínimo de 50% em relação ao preço de capa praticado pelos editores.
A Festa do Livro da USP é um evento gratuito e aberto ao público geral. O endereço do prédio da Geografia e História é Av. Prof. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo (SP).
Mais informações: www.edusp.com.br/eventos.asp
sábado, 20 de novembro de 2010
Estudantes da PUC desocupam prédio da reitoria em SP
O grupo de estudantes que ocupava o prédio da reitoria da PUC-SP desde a última quinta-feira (18) deixaram voluntariamente o prédio entre o final da noite desta sexta-feira (19) e a madrugada deste sábado. Os estudantes pedem a redução das mensalidades e mais bolsas de estudo, entre outra reivindicações.
Em comunicado publicado na sexta, o reitor da PUC-SP, Dirceu de Mello, disse que na ação dos estudantes havia "inoportunidade, injustiça e ilegalidade --ilegalidade do ponto de vista criminal, inclusive" na invasão. Ele diz que é "ilógico" uma universidade privada, "que vive praticamente da contribuição financeira dos alunos, cogitar a gratuidade de seus cursos, a redução, ou não atualização das mensalidades que cobra, ante a realidade de inflação que, já admitida pelos institutos de pesquisa próprios, aponta para recomposições indeclináveis." Felipe Moda, estudante de Psicologia e membro do centro acadêmico, disse que cerca de 200 pessoas se revezavam na ocupação do prédio. Ele considera "uma necessidade" a revisão do preço das mensalidades cobradas na PUC. "A universidade tem caráter filantrópico. Desde o começo do ano, realizamos atos, assembleias, audiências públicas para negociar a redução [das mensalidades]. Todas as tentativas foram negadas", afirmou Moda.
Na segunda-feira (22), os estudantes vão realizar uma assembleia e debater a negociação com a reitoria. Os alunos propõem que os reajustes de mensalidades sejam calculados apenas pelo IPC (Índice de Preços ao Consumidor). De acordo com cálculos preliminares relativos ao curso de direito, o reajuste da mensalidade foi cerca de 12% maior do que a variação do índice entre 2005 e 2010.
Os valores das mensalidades para o ano de 2011 devem ser anunciados nas próximas semanas. Os estudantes dizem que os critérios utilizados pela PUC-SP para fixar os novos preços não são claros.
MANTENEDORA
A Fundação São Paulo, mantenedora da PUC-SP, também divulgou um comunicado ontem, em seu site. A secretaria-executiva afirmou estar decepcionada "com a atitude de um grupo de estudantes, ligado a alguns centros acadêmicos da PUC-SP, de ocupar ilegalmente" o prédio das reitoria.
"Esta fundação nunca se furtou ao diálogo com todos os estudantes, participando, inclusive, de audiência pública realizada recentemente e acolhendo estudantes em conversas individuais. Com esta atitude violenta, porque invasão de domicílio, os estudantes rompem o diálogo e se isolam. Aguardamos que o bom senso prevaleça, que a atitude seja revista e se restabeleça a ordem", afirmou o comunicado.
INVASÃO
De acordo com os estudantes, a decisão de invadir o prédio da reitoria, no campus Perdizes, na zona oeste de São Paulo, foi tomada após uma reunião do Consad (Conselho Administrativo).
A reunião, dizem os estudantes, foi motivada por um abaixo-assinado com 2.200 assinaturas que pedia a redução das mensalidades. Eles afirmam que o reitor e mais dois conselheiros decidiram reduzir apenas a mensalidade do curso de Serviço Social. A decisão provocou manifestações dos estudantes que acompanhavam a reunião, que acabou suspensa.
Em seguida, o prédio da reitoria foi invadido por cerca de 300 alunos. O ato é chamado de ocupação pelos alunos, por ter ocorrido de "forma pacífica".
Fonte: Folha.com
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
QUE LIVRO É VOCÊ????
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Programa Pelo Direito de Ser Criança!!!!!
O que é?
O Programa pelo Direito de Ser Criança é uma ação realizada a partir da parceria entre a marca OMO (Unilever) e o Instituto Sidarta, que reconhecem e premiam instituições de ensino que valorizam a importância do brincar e do aprender pela experiência em suas práticas escolares. Vale ressaltar que o Programa reconhece iniciativas relativas ao brincar e ao aprender pela experiência que valorizem a simplicidade e a ação da criança, independentemente de recursos materiais aplicados.
Acesse o site de OMO e faça o download de livros a respeito do desenvolvimento infantil.
Assita vídeos das escolas que mais se destacaram no Selo Aqui se Brinca e muito mais.
Não deixe de conferir o que aconteceu nas edições passadas.
Quem pode participar?
O Programa pelo Direito de Ser Criança é destinado aos profissionais de educação das escolas da rede pública e privada de todo o Brasil, que atuam com crianças do Educação Infantil e Ensino Fundamental Nível I.
A premiação vai contemplar duas categorias:
Selo Aqui se Brinca
Categoria destinada às escolas do Ensino Infantil
Selo Aqui se Aprende pela Experiência
Categoria destinada às escolas do Ensino Fundamental I
Ambas serão avaliadas por uma comissão de especialistas em educação que serão responsáveis pela seleção e análise de todas as escolas a partir de critérios previamente estabelecidos a partir do programa avaliativo, responsável pela geração de um referencial teórico e de indicadores das escolas acerca do brincar e do aprender pela experiência. O critério de avaliação será estabelecido mediante os cinco pilares conceituais do Programa
Direito de aprender através de brinquedos não estruturados
Valoriza o tempo e o espaço do brincar na escola, a criança como sujeito desse brincar e a utilização de materiais de baixo custo, simples e essenciais.
Direito de viver o mundo através da experiência
Valoriza a experiência individual e subjetiva, bem como a criança como sujeito de seu aprendizado.
Direito de estar em contato com a natureza
Valoriza o contato dos alunos com a natureza e seus elementos.
Direito de experimentar o cuidado com o planeta e com a sociedade
Valoriza a escola que adote práticas sustentáveis e socialmente responsáveis gerando posturas reflexivas entre os alunos.
Direito de vivenciar a cultura local
Valoriza a escola que reconheça a cultura local de seus alunos e da região onde está inserida, destacando seus aspectos comunitários, festivos e de participação comunitária e familiar dentro da realidade e espaços escolares.
Premiação
No total, são 18 prêmios por categoria, elaborados especialmente para potencializar o brincar proposto, como Parques Modulares que buscam potencializar a interação e autonomia das crianças. Os parques são feitos com materiais sustentáveis e com a observação de todas as normas de segurança.
Além disso, cada uma das três primeiras colocadas de cada categoria poderão indicar uma segunda escola para receber um prêmio idêntico ao entregue aos vencedores.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Assim não dá! Cultivar a expulsão de alunos como rotina
À escola cabe identificar e analisar os motivos de atitudes inadequadas por parte dos estudantes e dos professores e funcionários. Uma primeira medida é levantar questões como: é sempre o mesmo aluno que é convidado a se retirar da sala? Ou é determinado professor que tem o hábito de expulsar? Que atitude levou à exclusão? As respostas vão apontar os caminhos para a ação: caso seja sempre o mesmo aluno, vale investigar como estão o desempenho dele, a participação na aula e o relacionamento com os colegas. Se é um docente que tem por costume tomar essa medida, é preciso saber o que o incomoda e oferecer maneiras de resolver conflitos. Como é a postura dele durante a aula? Os alunos entendem as atividades propostas?
É bom lembrar que algumas regras de convivência precisam ser discutidas pelos alunos para que eles também se sintam responsáveis por cumpri-las. E os critérios para punições estão entre elas. A escola é um espaço educativo e as situações de resolução de conflitos são ricas para que os alunos aprendam valores e atitudes da boa convivência social.
O papel do conselho tutelar
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, para os íntimos) completa 20 anos em 13 de julho e aqueles que se dedicam à Educação têm muito a comemorar: essa lei representa uma conquista e uma fonte de inspiração e constitui-se num valoroso aliado na formação de cidadãos. Não podemos esquecer que ela se tornou uma referência internacional, um exemplo de como qualquer país deve tratar suas crianças e seus adolescentes.
Apesar da excelência reconhecida, a falta de conhecimento do ECA ainda é uma realidade. Poucos gestores educacionais dominam seus conteúdos. A maioria tem apenas impressões genéricas, construídas em situações complicadas - como a exigência de matrícula, as constantes faltas de um aluno, a família que nunca comparece à escola, o estudante muito indisciplinado ou a presença de drogas na escola. Por infelicidade, o ECA só é citado quando se chega a situações-limite e os ânimos já estão exaltados. Como muitas vezes os responsáveis por fazer cumprir o ECA são os conselhos tutelares (CTs) - e as escolas têm baixa governabilidade sobre suas ações -, esses são vistos quase como invasores ou agentes que mais atrapalham do que ajudam. Contudo, nós, educadores, somos, por ofício, guardiões dos direitos dos estudantes, e as instituições que resguardam esses direitos (como os CTs) só podem ser nossas aliadas. Se não são, é sinal de que algo grave está acontecendo.
Sem dúvida, existem equívocos de várias partes. No que tange aos conselheiros, muitos erros são cometidos por causa da falta de familiaridade com o funcionamento das escolas. Não raro, eles não são especialistas em Educação e não acompanham com a profundidade necessária os debates elementares da área: projetos, programas, currículos etc. Até sem ter consciência disso, vez ou outra eles atropelam as escolas com algumas de suas atitudes, dando, por exemplo, opiniões sobre o conteúdo de determinada matéria ou sobre o relacionamento de uma professora com seus alunos sem ouvir os envolvidos ou ainda tomando partido de estudantes contra a direção antes de dialogar. Uma maior aproximação dos CTs com as equipes gestora e docente pode evitar ruídos nesse relacionamento.
Já da parte da escola, a falta de iniciativa tende a ser o principal motivo de desentendimentos. Vejamos um caso: quais ações são prontamente desencadeadas quando ocorrem cenas explícitas de agressão, deboche, discriminação e preconceito antes de essa prática virar uma rotina na instituição? A seriedade do assunto não pode deixar que esses atos rolem soltos e omitir-se é abdicar do papel educativo. Afinal, estamos ensinando aos jovens o que é (des)respeito. E nós, profissionais da Educação, muitas vezes sem saber o que fazer, acabamos por agir em algumas situações (como a do bullying) só quando cutucados pelo conselho.
Sem dúvida, os conselhos tutelares podem ser grandes aliados dos educadores se forem usados em favor do nosso trabalho na formação de crianças e adolescentes. Se a relação dos conselheiros com a escola não satisfaz aos anseios da sociedade, cabe a nós mudar esse rumo, em que o respeito aos estudantes seja uma tarefa coletiva entre conselhos tutelares, famílias e escolas.
Fonte: Revista Gestão Escolar
Juca Gil
É professor de Políticas Educacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Sem dúvida, existem equívocos de várias partes. No que tange aos conselheiros, muitos erros são cometidos por causa da falta de familiaridade com o funcionamento das escolas. Não raro, eles não são especialistas em Educação e não acompanham com a profundidade necessária os debates elementares da área: projetos, programas, currículos etc. Até sem ter consciência disso, vez ou outra eles atropelam as escolas com algumas de suas atitudes, dando, por exemplo, opiniões sobre o conteúdo de determinada matéria ou sobre o relacionamento de uma professora com seus alunos sem ouvir os envolvidos ou ainda tomando partido de estudantes contra a direção antes de dialogar. Uma maior aproximação dos CTs com as equipes gestora e docente pode evitar ruídos nesse relacionamento.
Já da parte da escola, a falta de iniciativa tende a ser o principal motivo de desentendimentos. Vejamos um caso: quais ações são prontamente desencadeadas quando ocorrem cenas explícitas de agressão, deboche, discriminação e preconceito antes de essa prática virar uma rotina na instituição? A seriedade do assunto não pode deixar que esses atos rolem soltos e omitir-se é abdicar do papel educativo. Afinal, estamos ensinando aos jovens o que é (des)respeito. E nós, profissionais da Educação, muitas vezes sem saber o que fazer, acabamos por agir em algumas situações (como a do bullying) só quando cutucados pelo conselho.
Sem dúvida, os conselhos tutelares podem ser grandes aliados dos educadores se forem usados em favor do nosso trabalho na formação de crianças e adolescentes. Se a relação dos conselheiros com a escola não satisfaz aos anseios da sociedade, cabe a nós mudar esse rumo, em que o respeito aos estudantes seja uma tarefa coletiva entre conselhos tutelares, famílias e escolas.
Fonte: Revista Gestão Escolar
Juca Gil
É professor de Políticas Educacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
"Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música...
não começaria com partituras, notas e pautas.
Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria
sobre os instrumentos que fazem a música.
Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria
que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas.
Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas
para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes".
Rubem Alves
não começaria com partituras, notas e pautas.
Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria
sobre os instrumentos que fazem a música.
Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria
que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas.
Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas
para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes".
Rubem Alves
Ensino médio da rede pública terá aulas de educação financeira
Dicas simples de como gastar bem o salário ou a mesada, ajudar a organizar as despesas da família e evitar gastos desnecessários são lições que começam a fazer parte da rotina de estudantes de 450 escolas públicas do país.
A partir da próxima segunda-feira, 09, um projeto piloto de educação financeira, elaborado por órgãos reguladores do sistema e instituições privadas, será aplicado em colégios do ensino médio de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Tocantins, do Ceará, do Distrito Federal e de Minas Gerais.
A ideia é inserir, nas aulas de português, matemática, sociologia e história, com apoio de material didático específico e um site na internet, informações sobre riscos e vantagens de compras à vista, a prazo, explicar como funciona o juro e como fazer um orçamento.
"O conteúdo será um tema transversal nas diferentes disciplinas, não será algo específico do conteúdo de matemática, tampouco uma disciplina a mais", explicou o superintendente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), José Alexandre Vasco.
O curso completo será dado a alunos do segundo ano do ensino médio e vai durar um ano e meio. Além das aulas, o projeto inclui a participação dos pais por meio de workshops e da avaliação dos resultados por uma consultoria especializada, com acompanhamento do Banco Mundial (Bird).
Somente a etapa de avaliação custará R$ 1 milhão e envolverá mais 450 escolas onde o curso de educação financeira não será aplicado (para fins de comparação), totalizando 900 colégios no projeto - durante apresentação da iniciativa, não foi informado o valor total da iniciativa.
Os professores que levarão esse conteúdo para sala de aula participaram de capacitação durante o primeiro semestre do ano e terão suporte para as aulas. Eles são de escolas que já participavam de outros projetos com os organizadores e se candidataram voluntariamente.
Aulas de educação financeira fazem parte do currículo escolar de 60 países, entre eles, Holanda, Japão e Estados Unidos. Para o representante do Banco Central no projeto, José Linaldo, as informações vão ajudar a população a não se influenciar pelas armadilhas das propagandas ou do crédito fácil.
A próxima etapa do projeto prevê a extensão do curso para o ensino fundamental em 2011. "Estamos elaborando o material didático", contou José Alexandre Vasco.
A partir da próxima segunda-feira, 09, um projeto piloto de educação financeira, elaborado por órgãos reguladores do sistema e instituições privadas, será aplicado em colégios do ensino médio de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Tocantins, do Ceará, do Distrito Federal e de Minas Gerais.
A ideia é inserir, nas aulas de português, matemática, sociologia e história, com apoio de material didático específico e um site na internet, informações sobre riscos e vantagens de compras à vista, a prazo, explicar como funciona o juro e como fazer um orçamento.
"O conteúdo será um tema transversal nas diferentes disciplinas, não será algo específico do conteúdo de matemática, tampouco uma disciplina a mais", explicou o superintendente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), José Alexandre Vasco.
O curso completo será dado a alunos do segundo ano do ensino médio e vai durar um ano e meio. Além das aulas, o projeto inclui a participação dos pais por meio de workshops e da avaliação dos resultados por uma consultoria especializada, com acompanhamento do Banco Mundial (Bird).
Somente a etapa de avaliação custará R$ 1 milhão e envolverá mais 450 escolas onde o curso de educação financeira não será aplicado (para fins de comparação), totalizando 900 colégios no projeto - durante apresentação da iniciativa, não foi informado o valor total da iniciativa.
Os professores que levarão esse conteúdo para sala de aula participaram de capacitação durante o primeiro semestre do ano e terão suporte para as aulas. Eles são de escolas que já participavam de outros projetos com os organizadores e se candidataram voluntariamente.
Aulas de educação financeira fazem parte do currículo escolar de 60 países, entre eles, Holanda, Japão e Estados Unidos. Para o representante do Banco Central no projeto, José Linaldo, as informações vão ajudar a população a não se influenciar pelas armadilhas das propagandas ou do crédito fácil.
A próxima etapa do projeto prevê a extensão do curso para o ensino fundamental em 2011. "Estamos elaborando o material didático", contou José Alexandre Vasco.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Saresp 2009 aponta deficiências no ensino fundamental
O governador de São Paulo, Alberto Goldman, e o secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza, divulgaram nesta quarta-feira os resultados do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) nas redes municipais de ensino. Os resultados apontam para deficiências na base do ensino, nas primeiras séries do Ensino Fundamental. Na 2ª série, o percentual de alunos que tiveram desempenho regular ou insuficiente em matemática foi de 34,1% e em português, chegou a 41%.
Sobre estes resultados, o secretário Paulo Renato de Souza afirmou que apesar de preocupantes, não são de responsabilidade do estado, e sim de cada município. O secretário afirmou ainda que é a favor da municipalização completa do ensino de 1ª a 4ª série.
Outro problema pode ser verificado na 3ª série do Ensino Médio, onde 44,20% dos alunos mostra rendimento insuficiente em matemática. Esta disciplina, inclusive, mostra-se como a de maior dificuldade dos alunos em todas as séries avaliadas. Em porcentagem, 33,10% dos alunos da 6ª série apresentou resultados insuficientes na disciplina; 28,9% tiveram este baixo aproveitamento na 4ª série e 21,9% na 8ª série.
Paulo Renato ressaltou que existe deficiência generalizada de número de docentes na área das exatas, em especial em matemática e física, em todo o País. Com pouca procura pela carreira e aperfeiçoamento na área, a qualidade do ensino tem decaído.
O Saresp avalia os resultados de alunos da 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio em 3 disciplinas - língua portuguesa, matemática e ciências humanas - além da redação.
Alta adesão
A secretaria do Estado destacou a alta adesão dos municípios este ano, chegando a 82,5% do total - ou 532 cidades. Esta adesão expressiva deveu-se ao fato de que as escolas municipais tiveram acesso gratuito ao sistema que pela primeira vez foi custeado pelo Governo do Estado de São Paulo. O total de alunos avaliados foi de 582.778 em 3.226 escolas.
"O intuito é oferecer às cidades um parâmetro de qualidade que permita diagnosticar a situação de suas escolas, acompanhar a evolução da qualidade de ensino ao longo dos anos e desenvolver políticas públicas voltadas para a melhoria da aprendizagem dos alunos", afirmou, em nota, o secretário Paulo Renato Souza.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Pesquisa revela que 70% dos alunos já presenciaram maus-tratos de colegas
Uma pesquisa nacional sobre o bullying – agressões físicas ou verbais recorrentes nas escolas – mostrou que cerca de 70% dos alunos do país já viram algum colega ser maltratado pelo menos uma vez na escola. Na Região Sudeste, o índice chega a 81%, revela estudo feito pelo Ceats (Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor), a pedido da ONG Plan.
O levantamento ouviu 5.168 estudantes do ensino fundamental de todas as regiões do país, de escola públicas e particulares. A pesquisa aponta que 28% dos alunos afirmam já ter sofrido maus-tratos na escola praticados por colegas e cerca de 10% são considerados vítimas de bullying.
Os estudantes entrevistados apontam diversos motivos para a violência escolar, entre eles a omissão da escola, influência de comportamentos familiares agressivos, busca por popularidade, o status e a aceitação em um grupo. Segundo a consultora da pesquisa, Cléo Fante, especialista em bullying, os atos violentos estão relacionados ao preconceito. “Muitas vezes, o bullying é resultado da intolerância à diferença, é preconceito puro.”
As agressões no âmbito escolar podem trazer graves consequências para a vida acadêmica e pessoal do estudante. “Quem sofre bullying costuma perder o entusiasmo pelo ensino e a concentração, o que atrapalha a aprendizagem”, afirma Cléo Fante. Segundo a psicóloga Maria Tereza Maldonado, que publicou o livro de ficção "A Face Oculta – Uma História de Bullying e Cyberbullying", em alguns casos os alunos acabam desenvolvendo depressão e síndrome do pânico, além das sequelas físicas.
A pesquisa ainda revela um despreparo das instituições de ensino e dos professores diante dessa violência. “As escolas mostraram uma postura passiva para uma violência que acontece no ambiente escolar”, afirmou Gisella Lorenzi, coordenadora da pesquisa.
O alto índice de violência nas escolas é uma preocupação do MEC Ministério da Educação) que, em parceria com o Ministério Público, promoverá um encontro amanhã (21), no Rio de Janeiro, para discutir a violência. Também serão discutidos iniciativas que beneficiam a educação, como o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) e o programa de transporte escolar. O evento reunirá gestores dos programas do MEC, especialistas e promotores de todo o país.
O levantamento ouviu 5.168 estudantes do ensino fundamental de todas as regiões do país, de escola públicas e particulares. A pesquisa aponta que 28% dos alunos afirmam já ter sofrido maus-tratos na escola praticados por colegas e cerca de 10% são considerados vítimas de bullying.
Os estudantes entrevistados apontam diversos motivos para a violência escolar, entre eles a omissão da escola, influência de comportamentos familiares agressivos, busca por popularidade, o status e a aceitação em um grupo. Segundo a consultora da pesquisa, Cléo Fante, especialista em bullying, os atos violentos estão relacionados ao preconceito. “Muitas vezes, o bullying é resultado da intolerância à diferença, é preconceito puro.”
As agressões no âmbito escolar podem trazer graves consequências para a vida acadêmica e pessoal do estudante. “Quem sofre bullying costuma perder o entusiasmo pelo ensino e a concentração, o que atrapalha a aprendizagem”, afirma Cléo Fante. Segundo a psicóloga Maria Tereza Maldonado, que publicou o livro de ficção "A Face Oculta – Uma História de Bullying e Cyberbullying", em alguns casos os alunos acabam desenvolvendo depressão e síndrome do pânico, além das sequelas físicas.
A pesquisa ainda revela um despreparo das instituições de ensino e dos professores diante dessa violência. “As escolas mostraram uma postura passiva para uma violência que acontece no ambiente escolar”, afirmou Gisella Lorenzi, coordenadora da pesquisa.
O alto índice de violência nas escolas é uma preocupação do MEC Ministério da Educação) que, em parceria com o Ministério Público, promoverá um encontro amanhã (21), no Rio de Janeiro, para discutir a violência. Também serão discutidos iniciativas que beneficiam a educação, como o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) e o programa de transporte escolar. O evento reunirá gestores dos programas do MEC, especialistas e promotores de todo o país.
PÓS GRADUAÇÃO DO SENAC ESTÁ COM INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 02/08
Até 2 de agosto, o Centro Universitário Senac de São Paulo está com inscrições abertas para os cursos de pós-graduação lato sensu 2010. As inscrições para as 27 especializações que serão oferecidas no segundo semestre podem ser realizadas pelo site www.sp.senac.br/posgraduacao.
A instituição ministra cursos de pós-graduação lato sensu nos campi Santo Amaro, na zona sul da capital, Águas de São Pedro, Campos do Jordão e em mais 19 unidades distribuídas pela capital, litoral e interior de São Paulo.
Os interessados em participar do processo seletivo podem concorrer às vagas nas áreas de administração e negócios, tecnologia da informação, comunicação e artes, design e arquitetura, educação e desenvolvimento social, saúde, farmácia, odontologia, meio ambiente, segurança e saúde no trabalho, turismo, hotelaria e gastronomia.
A instituição ministra cursos de pós-graduação lato sensu nos campi Santo Amaro, na zona sul da capital, Águas de São Pedro, Campos do Jordão e em mais 19 unidades distribuídas pela capital, litoral e interior de São Paulo.
Os interessados em participar do processo seletivo podem concorrer às vagas nas áreas de administração e negócios, tecnologia da informação, comunicação e artes, design e arquitetura, educação e desenvolvimento social, saúde, farmácia, odontologia, meio ambiente, segurança e saúde no trabalho, turismo, hotelaria e gastronomia.
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