segunda-feira, 25 de abril de 2011

Estilo de letra ajuda na memorização e aprendizado, diz estudo


É mais fácil se lembrar de um novo fato se ele for escrito em uma letra comum ou em letras grandes e grossas? A resposta: nenhuma das opções. O tamanho da fonte não tem qualquer efeito sobre a memória, embora a maioria das pessoas ache que maior é melhor. Já o estilo da fonte, esse faz diferença.
Uma nova pesquisa mostra que as pessoas retêm significativamente mais informação seja ciência, história ou linguagem quando estudam em uma fonte que seja não só desconhecida, mas também de difícil leitura.
Num recente estudo publicado na revista "Cognition", psicólogos de Princeton e da Universidade de Indiana fizeram 28 homens e mulheres ler sobre três espécies de alienígenas cada um com sete características, como "possui olhos azuis" e "se alimenta de pétalas e pólen".
Metade dos participantes estudou o texto na fonte Arial tamanho 16, e a outra metade em Comic Sans MS ou Bodoni MT tamanho 12. As duas últimas são relativamente desconhecidas e mais difíceis para o cérebro processar.
Após uma rápida pausa, os participantes fizeram uma prova. Aqueles que haviam estudado nas fontes de leitura difícil obtiveram resultados melhores do que os outros --em média, 85,5% a 72,8%.
Para testar o conceito na sala de aula, os pesquisadores conduziram um grande experimento, envolvendo 222 alunos numa escola pública de Chesterland, Ohio.
Um grupo recebeu todo seu material complementar para os cursos de inglês, história e ciência alterado para uma fonte incomum, como a Monotype Corsiva. Os outros estudaram com o material de sempre.
Após o término das aulas, os pesquisadores avaliaram os exames relevantes de cada sala. Conclusão: alunos que usaram o material com letras estranhas tiveram resultados significativamente melhores do que os outros, em todas as disciplinas, particularmente em física.
Um outro estudo a ser publicado neste ano na revista "Psychological Science", conduzido pelo psicólogo Nate Kornell, do Williams Colleg, reuniu participantes que estudaram uma lista de palavras impressa em fontes de variados tamanhos e julgaram a probabilidade de se lembrarem delas num teste posterior.
Eles se sentiram mais confiantes em lembrar das palavras impressas em letras grandes, avaliando o tamanho da fonte (facilidade de processamento) como mais importante para a memória, mais importante até mesmo do que a prática repetida. Mas experimentaram exatamente o oposto. Em testes reais, o tamanho da fonte não fez nenhuma diferença, afirma o estudo.

No Reino Unido, 15 alunos menores de 6 anos são suspensos da escola por dia por agredir docentes

Quinze crianças com menos de seis anos são suspensos por dia de escolas no Reino Unido por causa de ataques violentos a professores. Outros 18 na mesma faixa de idade são banidos diariamente por brigas com outros colegas ou por mau comportamento persistente. Além delas, três são mandadas para casa por usar linguagem inapropriada com os docentes. A informação está na edição eletrônica do jornal “Daily Mail”.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A Páscoa vem aí. Deixe os estudantes com água na boca


Que tal ir um pouco mais longe e examinar a trajetória do chocolate, desde os rituais sagrados dos astecas até a conquista dos mercados mundiais além das telas de cinema? Verifique igualmente os caminhos percorridos pelo cacau, da América do Norte à África. Afinal, eles passam pelo sudeste da Bahia, cenário dos amores de Gabriela e de tantos outros personagens de Jorge Amado uma terra onde, segundo o romancista, o visgo dos frutos prende para sempre os pés do trabalhador "grapiúna". Aproveite que a Páscoa está chegando e use o chocolate como ponto de partida para uma aula de dar água na boca e encher os olhos.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

"A educação é o grande movimento abolicionista contemporâneo"

O jornalista Gilberto Dimenstein é uma referência em jornalismo e educação. Em seus espaços na mídia (boletim diário na rádio CBN e coluna semanal no jornal Folha de S.Paulo), sempre foca o melhor da cidade de São Paulo, culturalmente falando. Na área social, sua ONG Aprendiz é reconhecida em todo o Brasil. Outro projeto de sucesso é o site Catraca Livre

Confira entrevista...

Dom Quixote e Frida Kahlo "ensinam" espanhol para crianças nos EUA


Dom Quixote, Frida Kahlo, Cristóvão Colombo e Pablo Picasso "ensinam" espanhol a crianças nos EUA com "Olé&Play", um disco infantil que nasceu em uma escola em Washington onde os menores aprendem a língua espanhola através da música e da cultura.
"Olé&Play" conta a história da América Latina e da Espanha em 13 faixas que explicam às crianças que foram pintores como Fernando Botero e personagens como os Reis Católicos.
A metade dos estudantes da escolinha "Isabella&Ferdinand" têm origem hispânico mas os outros 50% são americanos sem nenhum laço familiar com o mundo latino, cujos pais, no entanto, se deram conta da importância de dominar esta língua nesse país.
Confira o vídeo

sábado, 16 de abril de 2011

Bullying motivou 87% de ataques em escolas, diz estudo


O psiquiatra americano Timothy Brewerton, que tratou de alguns dos estudantes sobreviventes do massacre de Columbine, que deixou 13 mortos em 1999 nos Estados Unidos, apresentou ontem no Rio estudo realizado pelo serviço secreto do país cujo resultado apontou que, nos 66 ataques em escolas que ocorreram no mundo de 1966 a 2011, 87% dos atiradores sofriam bullying e foram movidos pelo desejo de vingança.
Trata-se da mesma motivação alegada pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira, autor do massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo. “O bullying pode ser considerado a chave para entender o problema e um enorme fator de risco, mas outras características são importantes, como tendências suicidas, problemas mentais e acessos de ira. Não acredito em um estereótipo ou perfil para um assassino potencial nas escolas.”
A pesquisa apontou que em 76% dos ataques no mundo os assassinos eram adolescentes e tinham fácil acesso às armas de parentes. “Além do controle ao acesso às armas, recomendamos também que os pais fiquem atentos a alguns comportamentos, como maus-tratos contra animais, alternância de estados de humor, tendências incendiárias, isolamento e indiferença”, disse Brewerton. Segundo ele, 70% dos ataques registrados em escolas no mundo aconteceram nos Estados Unidos. O levantamento apontou que naquele país 160 mil alunos faltam diariamente no colégio por medo de sofrer humilhações, surras ou agressões verbais.
 As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Crianças aprendem pelo exemplo!!!!!

Hoje, assisti este vídeo e refleti sobre o papel dos adultos na vida das nossas crianças, sejam os pais, professores, familiares...enfim...muitas vezes esquecemos que as crianças observam tudo e querem nos imitar.
Este vídeo retrata uma triste realidade presente em nossa sociedade.
Precisamos reverter este quadro e mudar nossas atitudes!
Seja um exemplo positivo!!!!
Lembre-se que uma criança vê e imita!


terça-feira, 12 de abril de 2011

Insper promove Fórum de Educadores

No sábado, dia 16 de abril, o Insper promove a primeira edição de 2011 do Fórum de Educadores, evento destinado a promover o debate sobre temas relacionados ao ensino e educação. Nesta edição, realizado em parceria com o Ismart, Instituto Social Para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos, o evento vai abordar a importância das dinâmicas da sala de aula para a formação dos futuros profissionais.
A discussão será baseada nas técnicas apresentadas no livro de Doug Lemov, Aula Nota 10, traduzido pela Fundação Lemann. O livro traz 49 técnicas para que os professores tenham sucesso em fazer os alunos aprenderem, além de outras relacionadas à dinâmica professor-aluno em sala de aula.
As vagas são gratuitas e limitadas. As inscrições devem ser feitas pelo site: http://www.insper.edu.br/forumdeeducadores
Serviço

Forum de Educadores: “Aula Nota 10” – desvendando o livro
Data: 16/04 (sábado)
Horário: das 9h às 12h30
Local: Insper Instituto de Ensino e Pesquisa
Rua Quatá, 300 – Vila Olímpia – São Paulo, SP
Moderação: Ilona Becskeházy - Diretora Fundação Lemann

Debatedores:
Giselle Magnossão – diretora do Colégio Albert Sabin
Débora Vaz – diretora pedagógica da Escola Castanheiras

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Rankings de universidades serão auditados para ganhar selo

Os rankings que classificam instituições de ensino superior também passarão a ser avaliados. A iniciativa do Ireg Observatory on Ranking and Academic Excelence (ireg-observatory.org) pretende auditar as listagens.
"Os rankings devem estar preparados para ser avaliados se querem ser confiáveis", diz o diretor do observatório Kazimierz Bilanow.
A participação das instituições será voluntária e custará 2.000 euros para membros do grupo e 4.000 euros para os não membros, além dos participantes terem de arcar com as despesas de viagens dos auditores.
A auditoria dirá se a listagem seguiu os "Princípios de Berlim sobre Rankings de Instituições de Ensino Superior" --lançados em 2006-- que estabelecem diretrizes, como transparência na finalidade e nos objetivos e na coleta e no processamento dos dados, o que garante a qualidade dos resultados.
"Os rankings não são puramente científicos, sempre haverá elementos subjetivos", diz o diretor.
O resultado positivo das avaliações será afirmado com um selo de qualidade, a ser lançado nos próximos meses. Para a organização, o selo vai mostrar quais classificações são as mais confiáveis porque seguem os princípios de transparência.
"Um bom ranking deve ajudar o estudante a fazer escolhas inteligentes", afirma Bilanow

Aluno poupado pelo atirador sofre para superar as lembranças ruins e a morte dos amigos

O estudante Mateus Moraes, 13, aluno da sétima série da escola Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro, conseguiu escapar dos tiros de Wellington Menezes de Oliveira, 24. Depois de ter uma arma apontada para a sua cabeça, na quinta-feira (7), rezou, implorou para que o homem não o matasse e foi atendido. Ficou conhecido no bairro como o "gordinho que escapou do atirador".

Brasil supera países ricos no gasto em escola privada



Uma pesquisa do instituto Insper (ex-Ibmec São Paulo) aponta que as famílias brasileiras fazem mais esforço financeiro para educar os seus filhos do que as famílias de países desenvolvidos. A informação é da reportagem de Fabio Takahashi publicada na edição desta segunda-feira da Folha.

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domingo, 10 de abril de 2011

Associação Brasileira de Psiquiatria vai orientar pais e professores sobre estresse das crianças

A Associação Brasileira de Psiquiatria vai orientar pais e professores a identificar crianças que desenvolvam quadro de estresse nos próximos meses depois da tragédia vivenciada na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro.
Um grupo de psiquiatras irá conversar com pais e professores dos estudantes sobre comportamentos que sinalizam estresse na criança. De acordo com o integrante da associação e chefe do setor de Neuropsiquiatria da Infância e da Adolescência da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, Fábio Barbirato, é natural a criança ou adolescente ficar depressivo e triste nos primeiros 30 dias.
Se ele apresentar tristeza, melancolia, crises de choro e medos exagerados, como o de voltar à escola, nos próximos três meses, é necessário procurar ajuda médica. “O primeiro mês é um período de luto. Quanto mais cedo voltar à vida normal, melhor”, disse. A associação vai providenciar atendimento das crianças na rede pública de saúde. Além dos alunos, os psiquiatras pretendem acompanhar também a reação dos pais, parentes e professores.
A ideia, segundo Barbirato, é iniciar o trabalho antes do feriado da semana santa, em parceria com a secretaria municipal de educação. A secretária Claudia Costin informou no dia 08.04 que a prefeitura está montando uma equipe de assistentes sociais e psicólogos para prestar atendimento aos parentes e professores das crianças atingidas no massacre do dia 07.04.
Serão atendidas todas as pessoas que, direta ou indiretamente, estiveram envolvidas no episódio, que resultou na morte de 12 crianças, de acordo com a secretária. O atendimento dos alunos e famílias será feito em casa e dos professores na própria escola.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Tragédia: Homem invade escola pública e dispara contra alunos, no Rio de Janeiro

Um homem invadiu na manhã desta quinta-feira (7) a escola municipal Tasso da Silveira, na rua General Bernardino de Matos, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro. Ele disparou várias vezes contra os alunos de uma sala de aula.
As primeiras informações são de que pelo menos 15 pessoas foram atingidas. Os feridos sendo levados para o Hospital Estadual Albert Schweitzer. A Secretaria Estadual de Saúde do Rio não soube dizer quantas pessoas já deram entrada no local.
Na fuga, o atirador se deparou com policiais militares que participavam de uma blitz na rua e houve troca de tiros. Ele foi baleado e levado para o hospital.
A direção da unidade de ensino informou que o homem se passou por um palestrante para entrar na escola. Com o barulho dos tiros, houve muita gritaria e os professores trancaram as portas das salas para proteger os alunos.
O Corpo de Bombeiros já está no local, prestando atendimento. O local está isolado, mas há uma multidão ao redor da escola, principalmente de pais em busca de informações.
A primeira informação divulgada foi de que o atirador é pai de uma aluna da escola, mas uma médica do Corpo de Bombeiros teria dito que o suspeito é um ex-aluno da escola, Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos. Ele estava com uma carteira de identificação da unidade de ensino.

terça-feira, 5 de abril de 2011

O que é o Autismo?

O autismo, também chamado de Transtorno do Espectro Autista, é um Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD) que tem influência genética e é causado por defeitos em partes do cérebro, como o cerebelo, por exemplo.
Caracteriza-se por dificuldades significativas na comunicação e na interação social, além de alterações de comportamento, expressas principalmente na repetição de movimentos, como balançar o corpo, rodar uma caneta, apegar-se a objetos ou enfileirá-los de maneira estereotipada. Todas essas alterações costumam aparecer antes mesmo dos 3 anos de idade, em sua maioria, em crianças do sexo masculino.
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Estratégias no Ensino da Geografia para indivíduos com Transtorno do Déficit de Atenção

A Geografia está presente em inúmeras situações do cotidiano de todos nós e seus conhecimentos são muito úteis na leitura de artigos, revistas, jornais, principalmente na compreensão de conflitos e processos sociais, ou seja, na participação e entendimento do mundo em que vivemos.
Pensando nessas questões, percebemos o quanto é importante uma criança ou um adolescente aprender esta disciplina e desenvolver habilidades e competências ligadas à área. Porém, alguns indivíduos apresentam dificuldades específicas em relação ao processo de aprendizagem, impactando também o aprendizado de conceitos de Geografia.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Crianças recebem visita de 'Tiranossauro bebê' em escola australiana

Já pensou estar tranquilo na sua escola e, de repente, perceber que um tiranossauro rex invadiu o lugar? Alunos de uma escola na Austrália também nunca tinham imaginado a cena, mas foram surpreendidos quando estavam reunidos ouvindo sobre o espetáculo "Walking with dinosaurs" ("Andando com dinossauros", em português).
É claro que tudo era uma grande brincadeira, com bonecos mecânicos que imitam os enormes animais jurássicos. Mesmo assim, muitos dos 350 estudantes que ficaram cara a cara com o falso filhote de tiranossauro levaram um susto e tanto. Assista abaixo ao vídeo da BBC que mostra o momento da visitinha surpresa...

quarta-feira, 30 de março de 2011

15 Mitos da Educação

Nesta reportagem da Revista Nova Escola, convidamos você a refletir sobre 15 ideias presentes no dia a dia da sua profissão. Vale a pena analisar como essas questões interferem em sua prática. Seus alunos vão agradecer!!!!


1 Para ser um bom professor é preciso ter dom e vocação
2 A função mais importante da escola é formar cidadãos.
3 Criança pobre não aprende.
4 Educação se aprende em casa. Cabe à escola apenas ensinar os conteúdos.
5 Para os pequenos, livros ilustrados e com texto curto são os melhores.
6 Muitas crianças não aprendem porque vêm de famílias desestruturadas.
7 Meninos são melhores em Matemática.
8 Creche é um mal necessário.
9 A repetência sempre melhora o desempenho.
10 Sem a possibilidade de reprovação, os alunos perdem o respeito pelo professor.
11 A cópia e a repetição são boas estratégias de ensino.
12 Trabalho em grupo sempre gera indisciplina.
13 É papel da escola elevar a autoestima dos estudantes.
14 Os alunos aprendem mais quando a atividade é lúdica.
15 Conteúdo dado é conteúdo aprendido.

Prova vai detectar nível de alfabetização no início do ensino fundamental

Matriculados no 4° ano do ensino fundamental participam nesta semana de uma nova avaliação que pretende detectar o nível de alfabetização das crianças que completaram os três primeiros anos desse nível de ensino.
A Prova ABC é uma iniciativa do Movimento Todos pela Educação e do Instituto Paulo Montenegro, em parceria com a Fundação Cesgranrio e o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).
As avaliações oficiais existentes hoje no país medem o desempenho dos alunos a partir do 5° ano do ensino fundamental. Para a diretora executiva do Movimento Todos pela Educação, Priscilla Cruz, é importante que o Brasil implemente um instrumento para medir a alfabetização dos alunos mais novos, de forma que as políticas públicas possam ser corrigidas a tempo.
“Se você não tem uma criança alfabetizada plenamente até os 8 anos de idade, o aprendizado a que ela tem direito no futuro não ocorrerá. O instrumento inicial de compreensão do mundo é a alfabetização”, afirma.
Foram selecionados 6 mil alunos de 262 turmas de escolas municipais, estaduais e particulares de todas as capitais do país para participar da prova. Os resultados estão previstos para a segunda quinzena de junho.
Desde 2008 o Ministério da Educação envia às escolas públicas do país a Provinha Brasil, um teste aplicado pelos próprios professores a alunos do 2° ano do ensino fundamental. Os resultados não são divulgados e servem apenas como diagnóstico para os educadores avaliarem o nível de aprendizagem dos estudantes.
Em 2008, dados divulgados pelo IBGE (nstituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostraram que 1,3 milhão de crianças e adolescentes brasileiros de 8 a 14 anos não sabiam ler nem escrever. Desse total, 84,5% frequentavam a escola.

A luta pelo direito da pessoa com deficiência auditiva em encontrar livros em LIBRAS

"Ter uma biblioteca com livros em Libras é garantir que qualquer pessoa tenha acesso à cultura em sua primeira língua" defende Débora Moura, mestre em Línguística Aplicada pela PUC-SP.